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Golpe do aluguel: grupo que cometeu mais de 100 crimes no DF é alvo de operação em Samambaia

Um grupo suspeito de cometer ao menos 110 crimes no Distrito Federal é alvo de operação da Polícia Civil nesta terça-feira (4/7), em Samambaia e diversas regiões. Os suspeitos aplicavam o chamado “golpe do aluguel”, que renderam ao menos R$ 160 mil de lucro ao bando.

Os alvos da operação deflagrada nesta terça são oito homens, entre 19 e 35 anos, moradores das cidades de Samambaia, Paranoá e Ceilândia. Os investigados são pessoas que emprestaram as contas para o recebimento dos pagamentos das cauções das vítimas, pessoas que receberam as transferências dos valores recebidos, que cooptaram interessados em emprestar as contas bancárias para o golpe e que utilizaram documentos de terceiros para a abertura de contas.

Segundo a Polícia Civil, todos são investigados pelos crimes de associação criminosa e estelionato. Por cada golpe, eles estão sujeitos a uma pena de um a cinco anos de prisão. O crime de associação criminosa prevê a pena de um a três anos de prisão.

A operação foi deflagrada pela 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires), que cumpre oito mandados de prisão temporária e 11 de busca e apreensão contra a associação criminosa especializada no golpe. As investigações mostram que o bando atua, pelo menos, desde dezembro de 2011.

Sobre o golpe

O golpe era realizado sempre com o mesmo modus operandi. Os suspeitos estudavam anúncios de aluguéis verdadeiros, descobriam onde o proprietário deixava as chaves para visita e como a visita deveria ser realizada. Em seguida, colocavam o anúncio, colocando os números de contato deles.

Quando as vítimas ligavam para o número, os golpistas se passavam pelos proprietários, explicavam como os interessados podiam pegar a chave para a visita e, quando havia interesse pelo imóvel, produziam documentos falsos. O suposto contrato de aluguel era assinado e exigido um valor de pagamento pela caução.

A polícia ainda descobriu que o grupo ou cooptava terceiros interessados em emprestar as contas para o golpe ou abria contas bancárias em nome de outras pessoas, sem o conhecimento delas. O pagamento era realizado nas contas indicadas e, em seguida, transferido para as contas de integrantes do grupo criminoso.

Fonte Metrópoles

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